Brasil é destaque positivo com alta de 29,4% e participação recorde de 8,9%
Com vendas mundiais em queda este ano, o Grupo Renault destaca o bom resultado do Brasil no balanço das vendas do primeiro trimestre deste ano divulgado nesta sexta-feira, 26. O maior índice de crescimento da marca ocorreu justamente no mercado brasileiro, que elevou vendas em 29,4% no período, com 51.266 emplacamentos, e conquistou participação recorde de 8,9%
No total, o Grupo Renault – que inclui também as marcas Sansung Motors, Lada, Dacia, Alpine e Jimbei & Huasong – comercializou 908,3 mil veículos nos primeiros três meses do ano, o que representou queda de 5,6% sobre as 962,1 mil unidades licenciadas no mesmo período de 2018.
O mercado mundial de veículos recuou 7,2% no mesmo comparativo e a participação do grupo globalmente subiu apenas 0,1 ponto porcentual, para 4,1%. O faturamento mudial da Renault no primeiro trimestre de 2019 alcançou 12,5 bilhões de euros, queda de 4,8% em relação ao período janeiro-março de 2018.
Na Europa, as vendas da Renault registraram expansão de 2% em um mercado em queda de 2,4%, “principalmente graças à boa performance do Clio, Novo Duster, ZOE e veículos utilitários”, informa a empresa.
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O destaque no Brasil, segundo relatório do Grupo Renault, é o Kwid, que tem tido grande sucesso na região. Na Rússia, o mercado e os volumes do grupo ficaram praticamente estáveis em comparação com 2018, com uma penetração de 28,5%. O Lada Granta é o modelo mais vendido no país.
Na Argentina e na Turquia, o grupo continua a ganhar participações de mercado, com vendas em recuo de respectivamente 47% e 42%, onde os mercados estão em queda de 49% e 44%.
A fabricante informa ainda que os novos lançamentos de produtos estão em preparação, com a chegada em breve do novo Clio na Europa, Arkana na Rússia, Triber na Índia e City K-ZE na China.
Perspectivas – No mesmo relatório em que divulga seu balanço trimestral, o Grupo Renault revela suas projeções para 2019. A expectativa é a de um recuo de 1,6% nas vendas globais, com estabilidade na Europa e crescimentos de 10% e 3%, respectivamente, nos mercados brasileiro e russo.
O objetivo do Grupo Renault é encerrar o ano com faturamento em alta, margem operacional de 6% e fluxo de caixa livre operacional positivo da Divisão Automobilística.
Foto: Divulgação/Renault
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